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Dmytro Rukin

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O fundador europeu na América Latina: no que errei e o que me surpreendeu

Cheguei à América Latina com um plano. Estudei o mercado, li os relatórios, conversei com quem já havia operado na região. Achei que entendia no que estava me metendo. Parte dessa preparação funcionou. Muito, não.

Meu principal erro foi esperar um mercado lento. Encontrei o oposto. O Brasil hoje lidera a América Latina em Open Finance com dois a três anos de vantagem, e é justamente o modelo que Colômbia, México, Chile e Argentina vão seguir.

Mas este mercado exige paciência em troca. Obter uma licença do Banco Central do Brasil, construir confiança com parceiros locais – tudo isso segue seus próprios prazos, não os europeus. Vencem os que chegam com intenção de longo prazo e provam isso mês a mês.

O que genuinamente me surpreendeu foram as pessoas. Quem constrói fintech aqui resolve problemas com menos recursos e mais engenhosidade, porque conhece bem o mercado.

Leia o artigo completo em → Jornal do Brasil

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