Três anos atrás eu escrevia sobre pagamentos na América Latina com a confiança de quem tinha estudado o mapa. Hoje já percorri boa parte dele. Algumas apostas se mantiveram. Os métodos de pagamento locais eram o caminho certo, e com clientes cross-border vimos trilhos locais elevarem as taxas de sucesso das transações em até 40%. Colocar as pessoas em primeiro lugar também se sustentou, porque os usuários querem botões que funcionam e tarifas transparentes. E testar e refinar continua sendo o hábito que separa uma integração confiável de uma que só brilha na demo. Meus arrependimentos são quase todos sobre tempo. Enxerguei cedo que Brasil, México, Chile, Peru e Colômbia são mercados separados e deveria ter colocado a localização profunda no centro da estratégia desde o primeiro dia. Demorei para investir em suporte. Demorei também para confiar na franqueza. Se pudesse dizer uma coisa à minha versão de 2024, seria esta: quando os dados já estiverem dizendo algo, acredite na primeira vez.
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